O Governo do Distrito Federal (GDF) alcançou um avanço significativo na área da saúde ao eliminar a fila de espera por exames de ressonância...
O Governo do Distrito Federal (GDF) alcançou um avanço significativo na área da saúde ao eliminar a fila de espera por exames de ressonância magnética na rede pública. Com as mudanças implementadas, o tempo para realização do exame caiu drasticamente, podendo ser agendado em até três dias.
A conquista é resultado de uma estratégia que combinou a ampliação da rede credenciada com o uso de tecnologia para melhorar a gestão dos atendimentos. Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) no DF realiza cerca de 5 mil exames de ressonância por mês, número suficiente para atender à demanda existente.
Um dos principais fatores para esse resultado foi o aumento no número de empresas habilitadas para prestar o serviço. Até o primeiro semestre de 2025, eram dez instituições credenciadas. Após a publicação de um novo edital em agosto, esse total subiu para 17, ampliando de forma significativa a oferta de vagas.
Além disso, o Complexo Regulador do DF modernizou o sistema de gerenciamento da fila de espera, com a adoção de ferramentas de automação e inteligência artificial. A tecnologia permitiu organizar melhor as solicitações, eliminar registros duplicados, atualizar dados dos pacientes e garantir que os exames sejam realizados com mais agilidade e precisão.
Antes das mudanças, o volume de pedidos acumulados chegava a cerca de 35 mil solicitações, somando a demanda reprimida e os novos pedidos mensais. Hoje, a situação é de equilíbrio, com capacidade suficiente para atender rapidamente quem precisa do exame, sem formação de novas filas.
Segundo a Secretaria de Saúde do DF, o cenário atual marca um momento inédito, em que a oferta de exames supera a demanda mensal. Isso garante mais rapidez no diagnóstico e contribui diretamente para um atendimento mais eficiente e humanizado à população. Da Redação| Direto do Congresso| Foto: Alberto Ruy/IgesDF
