Operação contou com drones, 14 mil câmeras e estrutura de inteligência; esquema deve ser repetido no segundo turno O Distrito Federal coloco...
Operação contou com drones, 14 mil câmeras e estrutura de inteligência; esquema deve ser repetido no segundo turno
O Distrito Federal colocou em campo uma operação especial para reforçar a segurança durante o primeiro turno das eleições. Mais de 5 mil policiais militares foram escalados exclusivamente para a operação eleitoral, segundo o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury.
Além desse efetivo, outros 1,5 mil policiais militares permaneceram no patrulhamento regular das regiões do DF.
A ação reuniu 22 instituições no Centro Integrado de Operações de Brasília, responsável por acompanhar a movimentação durante a votação e integrar as informações das forças de segurança.
Monitoramento com câmeras e drones
A operação também utilizou o sistema DF 360, que reúne cerca de 14 mil câmeras espalhadas pelo Distrito Federal. Durante o domingo de votação, aproximadamente 200 equipamentos foram direcionados para áreas próximas aos locais de votação.
A Polícia Militar também empregou 20 drones para ampliar o monitoramento aéreo e auxiliar as equipes em campo.
Outra frente da operação foi a célula integrada de inteligência, criada para acompanhar possíveis situações de risco e compartilhar informações entre os órgãos envolvidos na segurança das eleições.
Estrutura deve continuar no segundo turno
De acordo com Patury, o modelo adotado no primeiro turno deverá ser mantido no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
A previsão é repetir o emprego de policiais, viaturas, drones, câmeras e da estrutura de inteligência durante a nova votação.
O secretário afirmou ainda que, durante o primeiro turno, o trabalho integrado das forças de segurança não identificou ocorrências ou ameaças acima dos riscos previstos no planejamento da operação.
Da Redação| Direto do Congresso
