Reprodução R7 A liderança do Irã confirmou neste sábado (28) a morte do aiatolá Ali Khamenei, principal autoridade política e religiosa do p...
Reprodução R7
A liderança do Irã confirmou neste sábado (28) a morte do aiatolá Ali Khamenei, principal autoridade política e religiosa do país, após ataques militares que atingiram a capital Teerã. A informação foi divulgada por veículos estatais e repercutida por agências oficiais iranianas.
Segundo a agência Fars, o líder supremo foi “martirizado” enquanto estava em seu escritório, exercendo suas funções, no momento em que o local foi atingido. Em razão do ocorrido, o governo anunciou 40 dias de luto oficial e classificou o episódio como uma agressão direta à soberania nacional.
A Guarda Revolucionária Islâmica condenou a ofensiva atribuída aos Estados Unidos e a Israel, afirmando que o ataque representa violação de princípios religiosos e legais. O grupo prometeu uma resposta considerada “severa e decisiva” contra os responsáveis.
Horas antes da confirmação oficial, o presidente norte-americano Donald Trump havia mencionado a morte de Khamenei na rede Truth Social, onde fez críticas contundentes à atuação do líder iraniano.
Os bombardeios em Teerã deixaram mais de 200 mortos e cerca de 700 feridos, de acordo com dados divulgados pela imprensa local. Imagens de satélite indicam forte destruição no complexo residencial onde o aiatolá vivia.
Após os ataques, o Irã lançou mísseis contra bases militares norte-americanas em países do Oriente Médio, ampliando a tensão regional e elevando o temor de um confronto de maiores proporções. A comunidade internacional acompanha o cenário com preocupação diante da escalada entre Teerã, Washington e Tel Aviv.
Redação Direto do Congresso
