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Deputado distrital Martins Machado explica porque votou SIM ao projeto de capitalização do BRB

O deputado distrital Martins Machado usou as redes sociais para explicar o voto favorável ao projeto de lei que trata do restabelecimento e ...

O deputado distrital Martins Machado usou as redes sociais para explicar o voto favorável ao projeto de lei que trata do restabelecimento e fortalecimento das condições econômico-financeiras do Banco de Brasília (BRB). Segundo ele, a decisão foi tomada com base na responsabilidade de proteger uma instituição considerada estratégica para o Distrito Federal.

Na publicação, o parlamentar afirmou que o chamado “caso Banco Master” está sob apuração e que, caso sejam comprovadas irregularidades, os responsáveis devem ser identificados e punidos com rigor da Lei. Ele destacou ainda que pretende acompanhar as investigações e cobrar total transparência no processo.

Apesar disso, o deputado ressaltou que a apuração de possíveis fraudes não pode ser confundida com a necessidade de garantir a estabilidade do banco. Para ele, investigar e punir é uma obrigação, mas preservar o BRB e os serviços que ele mantém também é fundamental.

Martins Machado lembrou que o banco é responsável pelo pagamento de programas sociais no DF, além de gerir o sistema de bilhetagem do transporte público e oferecer suporte a diversos serviços essenciais à população e aos empreendedores locais. Segundo o deputado, permitir que a instituição perca capacidade operacional poderia trazer prejuízos diretos à rotina da população.

O parlamentar também rebateu críticas de que o projeto representaria um “cheque em branco”. De acordo com ele, a proposta estabelece limites e regras claras, com mecanismos de governança e fiscalização para resguardar o interesse público. Ele enfatizou que não se trata de doação de patrimônio, mas da utilização de ativos do DF como garantia para recompor a segurança financeira do banco e atender exigências do Banco Central.

Ao justificar o voto, Martins Machado afirmou que a omissão seria irresponsável diante do risco de enfraquecimento do BRB. “Fraude se apura e se pune. Mas o BRB não pode quebrar enquanto a Justiça trabalha”, concluiu, defendendo que foi eleito para tomar decisões difíceis e proteger os interesses do Distrito Federal.

Da Redação do Portal de Noticias

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