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Dengue: vacinação de jovens de 10 a 14 anos segue disponível na rede pública do DF

Divulgação Crianças e adolescentes com idades entre 10 e 14 anos ainda podem se imunizar contra a dengue nas mais de 100 salas de vacinação ...

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Crianças e adolescentes com idades entre 10 e 14 anos ainda podem se imunizar contra a dengue nas mais de 100 salas de vacinação espalhadas pelo Distrito Federal. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informa que a cobertura vacinal desse público está abaixo do esperado, apesar da ampla oferta de doses.

Atualmente, há 24.178 vacinas disponíveis, com prazo de validade até julho de 2027, além de outras 6 mil unidades já distribuídas para diferentes pontos da rede. Para receber a dose, é recomendável apresentar documento de identificação e a caderneta de vacinação. No entanto, mesmo sem esses itens, a aplicação pode ser realizada, graças ao registro eletrônico do SUS.

Estratégias de enfrentamento

Entre fevereiro de 2024 e janeiro de 2026, foram aplicadas cerca de 183,4 mil doses no público-alvo, conforme orientação do Ministério da Saúde. A meta é imunizar 90% das crianças e adolescentes com o esquema completo, composto por duas doses.

Além da vacinação, o combate à doença envolve uma série de ações preventivas. Em 2025, 362 servidores da secretaria realizaram mais de 1,8 milhão de visitas domiciliares para orientar a população e eliminar possíveis criadouros do Aedes aegypti, transmissor da dengue.

Também foram instaladas mais de 3,8 mil ovitrampas — armadilhas para monitoramento do mosquito — e 3,2 mil estações com larvicidas. Outra medida adotada é a liberação de mosquitos com a bactéria Wolbachia, tecnologia que reduz a capacidade de transmissão do vírus e contribui para diminuir a circulação da doença.

De acordo com os boletins epidemiológicos, o Distrito Federal encerrou 2025 com redução de 96% nos casos prováveis de dengue em comparação ao ano anterior.

Profissionais de saúde também serão imunizados

A campanha passa a contemplar, ainda nesta semana, trabalhadores das unidades básicas de saúde. Nesta primeira etapa, a prioridade será para profissionais com maior exposição nas áreas atendidas, como agentes comunitários de saúde, agentes de vigilância ambiental e equipes da Estratégia Saúde da Família e do Consultório na Rua.

Da Redação Direto do Congresso